quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Seja como FOR.


Quase me peguei escrevendo tristezas de novo por aqui. Podei-me.

Deu vontade de cortar todas as minhas calças pela metade, bem no joelho, para que eu me mostre ao mundo como sou. É uma metafora? É para dizer: Libertação.

Pernas gordinhas, com vasinhos, branquelas - são minhas. Gosto delas.
Alegre, triste, cool and bad, sou eu..sei lá como, não preocupo como sou, sei que gosto; Gosto da vida e, desejo ser bem melhor.

Lembrei de coisas que ouvi hoje, assim comecei a falar da minha base, escrever e concluir que momentos de ira não ajudam ninguém a se expressar, apenas desestruturam momentos bons. Minha base foi balançada, questionada e chateada...chato isso.

Dai, lembrei que se desejarmos bem forte no peito amor para a pessoa ou coisa em questão (que nos magoou), nos libertamos de algum mal que possa ter existido.

Não gosto de picos emocionais, tenho ficado mais triste e preocupada do que feliz e, é tão melhor sorrir.
Vou fortalecer minha mente,
pedir a Deus que eu tenha sabedoria para lidar com a vida,
agradecer pela vida e as pessoas que me fortalecem dia a dia,
seja como for.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ainda quero ser feliz!

Hoje eu quis dizer sobre a minha vida, aquela vida só minha, reprimida em mim. Mas, não soube para quem dizer. Eu pensei em pensar sobre o futuro, planejar nova vida e, a vida velha? aquela velha vida que é a vida de hoje, não soube dizer. Pensei que minha vida não é boa e também não é ruim. A minha vida tem dia de choro sofrido, lembranças mal quistas que eu preferia não te-las. Mas, afinal é minha, só minha comum vida.

Lembrei que a escrita e eu, não somos amigas e talvez, por isso, eu não saiba escrever. Mas, dai pensei q posso só imaginar e criar como memória oque eu desejo pensar. Já não sei se minha memória é mesmo minha, por que não lembro bem do que eu deveria lembrar e lembro muito daquelas coisas absurdamente tristes que eu preferia esquecer. A única tristeza que eu quero levar é a perda da minha mãe, por que dela, a minha mãe, lembro bem sorrindo, bem cantando, bem vivendo, bem amando. Meus amores, amei. Os deixei também, o tempo mandou fazer e ai, fizemos. Foi triste, foi comum, foi marcante e normal. Lembrei dos que fizeram parceria, me amaram sem motivos alarmantes, me conquistaram sem poderes mágicos, foram apenas eles. Fiz laços únicos e que possivelmente os nós não encontrem mais seu donos. E os elos estão eternizados.

Vou pensar no meu sonho de menina, deixa ver se lembro bem....tinha minha mamãe e papai, jardim na varanda, com paredes coloridas, cerveja na geladeira (detalhe atualizado) e sucesso.

Enfim, Ainda quero ser feliz!


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Só hoje. Talvez, só hoje.


Hoje desejei não levantar da cama, mas ainda, lembrei de agradecer por ter pernas saudáveis e funcionando. Hoje pedi fortemente a Deus para parar o mundo, mas não interromper a vida e sim uma pausa para que eu me recoloque nele. Hoje senti vontade grande de ficar só ali, ali mesmo olhando para o teto do meu quarto, sem hora, nem fome, nada de levantar. Quis mais, senti menos, chorei, chorei, chorei, chorei e cansei. A verdade é que o mundo caiu, meu mundo somente, aquele pequenino mundo que era dedicado e dividido com outro ser falante, gritante, irritante, amável, adorável, humorado e de sorriso inebriante. E foi isso, o amor que gritava na janela, que dormia abraçado, sonhava acordado, sumiu.
Fiquei na dúvida, se a dor é maior que o amor. Pois o amor fica presente, potente, eleva os animos, liga o sorriso no 90 graus, brilha olhos e une lábios...Mais e a dor? ela corroi, lateja, grita, sufoca, destroi, machuca fundo. Não sei oq eu sinto agora, sei que meu estomago parece que suplica por paz, minha cabeça explode e meu coração morre, pouquinho a pouquinho peço descanso, peço paz, peço paz da minha cama, com as portas fechadas, cerradissimas..com o teto gélido e sonho abençoado e merecido vem.
Mas, por favor, amanhã não me acorde - eu não quero levantar.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

muDar - difícil.


Bem, é difícil. Sair do cantinho, do quentinho do cobertor. Da casa do pai. Levantar e começar um dia novinho. Assumir que cresceu. Sair da casa dos 20. Ei, você é mais bela agora. É difícil mudar todo dia. Não mais encontra-los todo dia. Não dividir vaga na garagem e reclamar de quem não fez direito. Coragem. Mudou o travesseiro e o cheiro. Cheiro dele e do outro ele, lembra?. Mudou. Mudou de amor. Mudou de rotina. Rotina boa. Mudou a cabeça. Vivendo. Mudando. Sair da casca, assustador. Trocar as senhas. doar. Meus braços não cresceram, não abracei o mundo. Só abracei-me. Amei-me. Amei-o. Amo. Chorei. gritei. falei. calei. Amei-o. Mudei. pensei em mudar. mudei. Descobri o carinho, o beijinho e o beijão. Descobri a cumplicidade com o desejo. Vi que mudar é natural ou talvez imperceptivel. Você muda e não nota que tanto mudou. O mundo mudou. A vida continou. Melhorou. Mudou. E aqui eu, mudando e mudando minhas linhas, linhas do tempo, linhas do texto, mudando meu jeito de ver e sentir a vida. Mudando meu olhar sobre a monotonia. Mudando principios que só principiaram e não me trouxeram um principe. Que bom. Dividir e multiplicar o carinho. Sem fazer beicinho para pedir denguinho. Amando as mudanças.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

_ _PLUIÉ_

Dance!
Dance!

Dance, cante!

Ops, cantar não. Apenas dance.

Ouça a música, imagine a música, aquela romântica que tocou no casamento da sua avó.
Sei, vc não estava lá. Imagine.
Ouça então, o som da bailarina da caixinha de música. Ah, como essa melodia soa bem, como é linda. Como é linda a bailarina. Alta, esquia, ereta, branca, pálida, concentrada.
Concentrada na música. Dance. Não perca o ritmo.
Ela não sorri.
Não, ela não pode sorrir, ela tem que dançar. Dançar simplesmente e elegantemente. Mente.
A bailarina não chora, nem tem tpm. Quem liga? Ela tem que dançar. Dance também. Anda, vamos lá. A vida está correndo, e vc? e a bailarina? Dancem, ouçam a música, não percam o tom. Olha o compasso. "Pluié".
E ela desmorona. Corra, enchuque a lágrima, não deixe que note. Quem vai gostar de você assim. Não fale, somente imagine, ouça, Dance!


Dance!


Dance:


Dance;


Dance...



Dance conforme a música.

domingo, 25 de abril de 2010

Reciclando atitudes e aonde isso vai dar?


Primeiro: Como, aonde, de qual maneira, por meio de que e tal e coisa, estou agindo, atuando, fazendo algo.
Começemos por mim.

Pensei em inovar minha dieta, dietar-me com oque eu gosto, vou me alimentar de amor. Por mim? pela vida?
Melhor, vou ser sedutoramente aceitável, vou me insinuar para os sapatos altos, glamurosos q não medem minha cintura.
Decidi gostar incondicionalmente dele, isso já tem tempo - mas, com o reciclagem em alta agora (em minha pessoa) - pensei em atuar nisso, até p ser mais liberta...mas, dai vem meu 'estilo' de ser increnqueira e estraga tudo - Desejo um aumento para o meu pavio curto - (Alguém lendo este post, contém poderes mágicos?).

É sério, quero mudar. Juro, prometo q não é mudar de casa ou da cor do cabelo. Quero mudar minhas atitudes, aquelas autodestrutivas, sabotadoras do Bemviver - só q ainda to com problemas c a facul, chato fazer aula com profes jornalistas sem graça, sim, acho e ponto. Comecei na terapia e vi que não tem nada do nome - besta, massante, pagar para desabafar. Encontrei um livro ótimo - ri demais, estou quase no final, querendo terminar para reler - esse sim, me serve de consolo da rotina.

Quero abandonar a preguiça!
Quero abandonar e esquecer que existiu a desconfiança.
Quero exterminar o medo diverso.

Começarei na reciclagem dos três citados, vou troca-los pelo prazer.

Descobri que as pessoas são renováveis sim, surpreendentes e posso me apaixonar pela mesma pessoa 2, 3, 4 vezes...
Isso é mudar de atitude, comecei a reciclar -meeeee. =)(=

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Meus ombros doem =.



Ei Vida, oque há?
Já sabia que existia rotina e que nada era igual todo dia, agora ser confuso, irreal, definitivamente não dá. Estou sempre cultivando o bom pensamento, atitudes "happy" e é só chover que o sem graça vem agir. Ai, oque é isso? Queria saber aonde mora essa constância ou é só nome de vizinha?!.

Nem meu cabelo quer ser legal todo dia, chato isso.
E o pior toda vez que algo me desagrada faço reflexões do tipo: "Onde estou, para onde vou" e a resposta? sempre a mesma, mudando apenas de colocação.

Me racha o coração quando sou julgada sem motivos - é porque deixo ou cansei?
Me rasga o intímo quando vejo alguém no mesmo (idiota) patamar alavancar, profissionalmente falando e eu nada - assim, sinto-me injustiçada...pq corro, corro, estudo, estudo, procuro e parece que não vem. Ahhhhhhhhhhhhhhhhh, não me venha dizer - Ó voz interior - Que tenho que ter paciência, pq é foda.

Choro por dentro ao lembrar oq já passei, as limitações, oq enfrentei e não me esqueço de minhas origens, louvo aos Céus. Talvez, pq não tive muita sorte e sim suor. A idade vai me pegando nas esquinas e despedaço a esperança que persiste.
Sim, estou triste..

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

10 10 10 10 10 10



Primeiro post do ano.
Hummm, por onde começar?
Ah, tenho que assumir que este ano comecei hiper diferente de tudo..falo das partes boas..Estou excluindo totalmente, minha desventuras com a minha saúde. Positivamente legal, persistindo no pensamento up, cheia de atitudes in e caminhada longa, sorridente.
Papo de rendinha...que soa verdade.

Enfim, pensei em amar esse ano a mim.
Cansei de preocupações tolas, dei razão a minha vontade.
Pulei os erros e agarrei os acertos - Tô afim, de acertar.
Acertar na Mega-sena.
Acertar o meu cupido com um beijo longo, pq se ele é vesgo..dessa vez, tá me deixando curtir.
Acertar os meus ponteiros com a balança.
Acertar minha vida acadêmica.
Acertar a mira dos meus erros...e consertar-los, se possível, ou se não..reiventá-los ao meu favor.

Pensando em acertar a cor do meu quarto com a cor do meu humor. Rosa? Humor negro? Rojo passion?
Já sei, não vou acertar...vou arriscar e aproveito risco oq não gosto e desgosto.
ok

Se o ano é 10, que seja - deixo pra lá o 8 ou 80. Que venha! venha com gosto.